O rádio sempre vivo!

Uma das explicações da sobrevivência e a superação do rádio devem-se principalmente por ele estar sempre aberto, democrático e sensível a todas as transformações ocorridas no mundo desde seu surgimento.

O rádio sempre foi um meio que conseguiu se adaptar a situações bastante distintas. Quando surgiu a televisão, ele viveu seu maior momento de crise, mas conseguiu se superar em pouco tempo, renovando a linguagem, como meio de comunicação, prestador de serviços e canal de entretenimento.

Baseado no último levantamento feito sobre o consumo de mídia, a Nielsen, um dos principais institutos de pesquisa do planeta, e especializado em mídia afirma que: “o meio permanece sólido e o uso é constante em todas as demonstrações”,

Números gigantes.

Mesmo com o avanço de novas mídias e da expansão da internet, o rádio continua sendo um dos principais veículos de informação dos brasileiros.

Segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), ele está presente em 88,1% dos domicílios do país.

O número de aparelhos de rádio convencionais passa de 200 milhões no Brasil, além de 23,9 milhões de receptores em automóveis. Contamos com cerca de 9,4 mil emissoras de rádio em funcionamento, incluindo emissoras comerciais AM e FM e rádios comunitárias.

O número é mais que o dobro do registrado há dez anos, segundo dados do Ministério das Comunicações. Nos Estados de São Paulo e Minas Gerais se concentram os maiores números de emissoras, com 1,4 e 1,3 mil respectivamente.

Falando globalmente, em recente estudo da Global Monitoring Report, associação ligada à ONU, temos o indicador que cerca de 75% dos domicílios dos países em desenvolvimento possuem pelo menos um aparelho de rádio, e que existem cerca de 44 mil estações transmissoras oficialmente registradas em todo o mundo. Se considerarmos as audições também por computadores ou dispositivos móveis, cerca de 70% da população mundial ouve rádio diariamente.

Mais uma vez se reinventando.

Daniel Slaviero, presidente da Abert, destaca que o rádio está se adaptando às novas tecnologias, para assim disputar o altamente competitivo mercado da informação, publicidade e entretenimento.

“Acreditamos no futuro do rádio, não como nossos pais e avós o conheceram, mas inovador, ágil, interativo e com a mesma importância social, eficiência comunicativa e proximidade com as comunidades e os ouvintes. Aos 90 anos de transmissões no Brasil, não há dúvida de que o rádio está em plena reinvenção”, avalia.

Já Cristiano Menezes, gerente-geral das rádios da Empresa Brasileira de  Comunicação (EBC), acha que o rádio digital é o futuro em matéria de tecnologia, mas a linguagem característica do veículo se manterá, por mais que surjam diferentes plataformas. “Há um novo ouvinte, que já procura o novo rádio, pela internet, os vários meios de comunicação hoje se complementam, há toda uma convergência de mídias, a digitalização já se anuncia, é o futuro, mas o veículo será sempre rádio”

Seja música para seus ouvintes/clientes.

Como você viu, os números desse guerreiro são gigantes… essa talvez seja a mídia mais resistente, e adaptável que existe.

E por que não incluí-la em sua estratégia de comunicação, e transformar simples ouvintes, em clientes?

A interatividade do rádio e outras mídias não tem limites, e nós da Publiset acreditamos que uma comunicação bem feita, tem que estudar e explorar todas as oportunidades.

Podemos te ajudar a se beneficiar com uma mensagem clara e direcionada, como você sabe, temos ótimos relacionamentos com os melhores grupos de comunicação do país, e podemos te oferecer um plano de mídia matador, e com a melhor negociação final.

Rádio e Publiset, com essa dupla é só sucesso! Esse é nosso jogo e nosso propósito.

Na hora de decisão, vá no certo! Publicidade é nosso DNA.

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